Post no Bicha Fêmea que Indica Post Bacana… (Atualizado)

O endereço do Bicha Fêmea agora é www.bichafemea.com, você vai dar uma passadinha por lá?

Aviso ás bichas fêmeas navegantes: não sei ainda a razão, mas a página onde estava o post, cuja leitura estou sugerindo neste post, deixou de existir. Já enviei e-mail para a Roberta, que é quem gerencia o blog Mix Cultural, e quando eu souber o que pode ter havido, atualizo este post, sim?

Pronto!! Está Resolvido! Agora é aproveitar o texto inspirador da Roberta!!

Sabe quando você lê um texto sobre algo que também faz parte do seu mundo, do que você vive, e você se enxerga completamente nele?

Explico. A Roberta foi questionada pela prima, que não sabe se casa ou não, se ela era feliz no casamento. Roberta respondeu que sim, oras! Mas a prima não acreditou. Sabe por quê? Porque a prima não a via exultante de alegria por aí…

Você, que é casada, anda exultante de alegria por aí? E você, que não é casada, acha que mulheres casadas só são felizes se saírem dando piruetas de felicidade?

Eu não dou pulinhos de alegria o tempo inteiro, mas sou feliz. Mas certamente não saberia explicar para a prima da Roberta como se dá, ou se traduz, essa satisfação no casamento. Mas, creia, a Roberta explicou para a prima.

Como e onde? Exatamente neste post aqui, lá do blog Mix Cultural, onde a bonita escreve. Depois me conta se contigo funciona desse jeito também? Agora fiquei curiosa em saber…Rá!

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27 Respostas to “Post no Bicha Fêmea que Indica Post Bacana… (Atualizado)”

  1. rosi costa Says:

    Lidi
    Acabo de conferir o post da Beta, realmente muito bom e nos faz pensar em nossa vida, nossas relações.
    Assim como vc não acordo soltamos pulos de alegria todos os dias, mas sou extremamente feliz com meu marido. Somos amigos, cúmplices e companheiros, nos divertimos um com outro, planejamos e nos apoiamos. Isso para mim é felicidade.
    Tenha um ótimo dia.
    bjs

  2. Fabiana Correia Says:

    Oi Lidi, acabei de vim lá do blog da Beta, e gostei muito do texto dela, isso é realmente o que eu sinto, coisa gostosa não é?

    Valeu pela indicação.

    Bjs!

  3. Rejane Batista Says:

    Oi Lidi!
    Nossa achei demais a descrição dela… comigo é assim também, e olha lá se não for mais, porque eu consigo achar lindo os defeitos do meu marido! Trabalhamos juntos todos os dias da semana, enfrentando problemas do dia a dia juntos, e à noite a gente ainda consegue ser um casal apaixonado. Mas de vez em quando é dureza, porque os aborrecimentos são inevitáveis, porque somos pessoas com idades, cultura e família diferentes; então as vezes essas diferenças gritam… mas fazer as pazes é gostoso… e tudo voltas a ser melhor que antes!

    BeijO,
    Re.

  4. katia Bonfadini Says:

    Oi, Lidiane! Li o texto da beta e gostei muito do que ela escreveu em resposta à prima. Concordo com ela e acho que, no meu caso, passei a amar ainda mais o Marcelo depois que passamos a viver juntos. Não quisemos um casamento formal, não combina com a gente. Mas depois de dez anos de namoro, é claro que pensávamos em morar juntos e começar uma vida em comum. Só não fizemos isso antes porque queríamos ter nossa casa própria e fugir do aluguel. No dia-a-dia, sinto que temos uma enorme cumplicidade, às vezes basta um olhar pra gente saber o que o outro pensa. Temos valores e opiniões similares em vários aspectos e, apesar de superficilamente termos comportamentos diferentes, só a gente sabe o quanto se parece! Acho que não é importante nem realista viver saltitando de felicidade, mas penso que cultivar esse amor deve ser uma prioridade para os dois. Jantares românticos, cartões, flores e palavras bonitas são sempre bem-vindas! Isso apimenta a relação e não deixa que nós nos acomodemos. Beijos!

  5. yvone Says:

    Lidi
    Esse post me fez lembrar que realmente com o tempo as mudanças e a natureza revelam mistérios sobre uma mulher, sobre sua vida e relacionamentos…Histórias parecidas como a que descreveu sobre a Casa em meu post lembra?

    Após mais de 30 anos, eis o que aprendi:

    O Tempo passa.
    A vida acontece.
    A distância separa.
    As crianças crescem.
    Os empregos vão e vêem.
    O amor vai e vem.
    Ah! Os homens…
    Os homens não fazem o que deveriam fazer.
    O coração se rompe.
    Os pais morrem.
    Os colegas esquecem os favores.
    As carreiras terminam.

    Quando iniciamos esta aventura chamada condição feminina, não sabíamos das incríveis alegrias ou tristezas que estavam adiante.
    Nem sabíamos o quanto precisaríamos umas das outras.
    Amo muito toda essa troca e liberdade.
    bjus

  6. Beta Says:

    Obrigada linda!
    Vc é sempre muito atenciosa e fofa!
    O engraçado é que eu fiquei muito indecisa, sem saber se escrevia ou não sobre este assunto no blog…
    É complicado expor nossa vida assim né?rs
    E sinceramente, deixei muitas coisas de fora…
    Legal é que algumas pessoas que escreveram lá no meu post tem quase o mesmo tempo de casada que eu (2 anos).

    Muitos casamentos acabam, na minha opinião, porque as pessoas ainda, lá no fundo, tem aquele sentimento de história encantada! Que será tudo lindo e maravilhoso! Mas não é por aí né?
    A realidade é bem diferente, mas não quer dizer que seja ruim, ela apenas é difícil, algumas vezes, como qualquer adaptação.

    Obrigada mais uma vez linda!

    bjkas

    • lidianevasconcelos Says:

      Por nada, Beta!
      Imagina!
      E, oh! Fica tranquila porque seu texto está delicado e pouquíssimo revelador. 😉
      Também partilho da ideia de que há que se ter parcimônia com o que se escreve num blog. 😀
      Beijos

  7. Leticia Says:

    Lidi
    Amei o post indicado! Me vi em vários momentos descritos!! E pensando bem, vou me casar sim, ano q vem, não pelos momentos de felicidade evidente e sim pelos momentos de paz e felicidade que os olhos não vêem…
    Não o escolhi porque sinto borboletas no estômago o dia inteiro ou porque pensar nele a cada segundo me faz parar de trabalhar, estudar, produzir e sim, porque pensar nele me faz ser melhor e criar coisas melhores para mim… faz parte do meu dia a dia, não é um momento eclípse e sim sol de todo momento…
    Beijos
    lelê

  8. Fla Says:

    Lidi querida, adorei a indicação do blog.
    Que post lindo. Olha, eu acredito tanto no meu casamento, mas nem por isso preciso ficar gritando aos 4 ventos que somos felizes. Temos momentos difíceis como todo casal, mas as coisas boas graças a Deus são em maior número e isso é que me deixa mais feliz.
    Eu sei que tem gente que é egoísta demais para se casar, porque casar é aprender a dividir, a se doar…e existem pessoas que simplesmente não conseguem.
    Parabéns pela indicação do post.
    Beijos
    Fla

    • lidianevasconcelos Says:

      Oh, Fla! Eu não tinha pensado sob essa ótica de que não querer casar pode passar pela falta de desejo de aprender a dividir, se doar… é, faz mesmo algum sentido. E, olhe! Até a Rose Sena, do Laços de Fitas, também concordou. Tá esperta em relacionamentos hein, fêmea? 😉

  9. sonia Says:

    eu acho que quando há a paixão é que andamos sonhando acordadas e dando pulinhos de felicidade …depois a paixão acaba e ou acaba tudo ou vira amor e quando vira amor (o nosso caso) torna-se uma coisa mais pés no chão …que tem a ver com gestos que nos dizem essa é a tal pessoa que me faz feliz-no meu caso é sentir a casa vazia antes de ele chegar e completa quando estamos os 4-éum fazer um chá quando o outro está doenté, é sentir orgulho nele -muitoooo-e sim sou feliz -mesmo que no dia a dia eu e o meu mau humor tenhamso de fazer do pedro (o meu amor) um anjo com uma paciencia do tamanho do mundo para me aturar.
    Muito lindo este post da Roberta.

  10. Anna Says:

    Belo Post amiga.
    E quanto a descansar penso sim, mas até amanhã estamos pintando o quarto da minha filha(lilas claro com um lado mais escuro)-ela que pediu, vamos fazer umas prateleiras e uma bancada(estes o marceneiro vai fazer).
    Beijos

  11. Aline Says:

    Corri lá para conferir e adorei o texto Lidi!!
    Valeu por indicar!
    Beijos

  12. Rose Sena Says:

    Oi Lidi,fui lá ler o post indicado,e confesso que refleti quando li,eu tbm não saberia responder á esse pergunta,mas ela respondeu muito bem,não precisamos andar pulando por ai pra mostrar que estamos felizes.O casamennto tem altos e baixos principalmente quando se casa tão jovem como eu.Que ainda era uma adolêscente que acreditava em principe encantado(hoje eu dou risadas de mim mesma por ter acreditado nisso)mas me sinto completamente feliz com meu marido,se estou triste e está do meu lado,somos companheiros,brincamos,rimos ,choramos juntos,somos felizes .Concordo com a Fla quando ela falou que casar é aprender a dividir, a se doar.

    Bjs e parabéns pela indicação.

  13. beta Says:

    Menina! Sei lá porque o post estava como rascunho, acredita???
    já resolvi!

    bjkas

  14. Veronic a Cobas Says:

    Oi, Lidi

    Segui seu conselho e fui lá no Mix Cultural. Como é de minha natureza prolixa e pensativa, teci um longo comentário sobre o que penso de tudo isso. E olhe que só de casada eu tenho 29 anos. Fiquei na dúvida se deveria trazer o meu comentário lá para aqui também. Se você disser que sim, vou lá e copio. Gosto desse tema, gosto de discutir esses conceitos de felicidade, gosto de argumentar sobre essas coisas. Isso também nos faz reconhecer novas vertentes ou atestar aquelas que trazemos conosco. bjsss

  15. Margaret Says:

    Primeiro fui la ver o post. E concordo com tudo que a Beta falou.
    Nem sempre a felicidade se traduz em exultar de alegria, sair pulando por ai e gritando que ama e é feliz.
    Eu por exemplo sou uma pessoa dificil de dizer: Eu te amo. Estou ainda aprendendo a falar isso.
    E engraçado que a gente ama mesmo quando ta morrendo de vontade de esganar o marido ne? Porque dividir o mesmo teto nem sempre é fácil. Dividir o mesmo teto é diferente de namorar, de ficar ansiosa esperando o momento dele chegar, de precisar ficar o dia todo aos beijos e abraços.
    Com o tempo a gente vai aprendendo a conhecer um pouco mais do outro e as vezes mesmo sem gostar de alguma atitude tenta entender. Brigas fazem parte, afinal as pessoas são diferentes e uma falta de concordância na maioria das vezes acaba numa discussão.
    Eu por exemplo sou uma pessoa dificil. Mandona, briguenta, quero tudo do meu jeito. Bi já é mais tranquilo, mais maleável. E ele descobriu que adoro ser paparicada (quem não gosta ne?) então ele consegue muito mais fácil as coisas.
    E felicidade a gente enxerga ne? A prima, se tivesse olhado um pouquinho mais pra Beta, nem iria precisar perguntar. Pois pelo que ela respondeu, ta simples e claro que ela é feliz.
    Agora, ca pra nois, pq sera que ela tem esse pavor de casamento se ama o dito cujo do ex-futuro-atual namorado? Eu heim?
    Junta os trapos e descobre no dia a dia se casamento é esse bicho de 7 cabeças que ela ta pensando.
    Vixe…nem vou reler o que escrevi… nem sei se ta coisa com coisa…
    beijo grande

    • Lidiane Vasconcelos Says:

      Ah, Margaret! Posso falar? Acredita que mesmo casada há 4 anos e conhecendo o marido há 8, ainda hoje sinto frio na barriga quando estamos para nos encontrar? Tá! Pode me chamar de abestalhada… e no mais, é bom falar que ama, visse? Tu não quer nem tentar mudar um tiquinho nesse ponto?!? 🙂

      Beijos, bonitona!

      • Margaret Says:

        Ai mulher…eu juro que to tentando…nao sei pq isso viu… mas um dia eu chego la…
        Sabia que Isa fica me provocando ne? fala mil vezes que me ama e as vezes ate pra responder pra ela que tambem a amo fico me esquivando…
        Nao sei qual é o meu trauma…pq amar eu amo…dizer que tenho dificuldade… antes nao ligava muito mas hoje isso me incomoda…
        to tentando…

    • Lidiane Vasconcelos Says:

      Tenta sim. Isso pode fazer muita diferença para você depois.
      Espero que consiga se livrar desse bloqueio um dia.

  16. Patrícia Pirota Says:

    Oi Lidi,
    Que ótima indicação esse texto da Beta!
    Mesmo eu sendo uma solteira inveterada, é tão bom ler sobre experiências diferentes da minha, ainda mais quando tão bem escritas…
    Eu nunca fui casada, e pelo andar da toada, continuarei assim… Mas presenciei os 29 anos de casamento dos meus pais, e devo dizer que minha mãe também não vive dando pulinhos de alegria. Mas posso perceber que, sempre que ela fala do casamento, fala com amor e orgulho.
    Ela é feliz sem precisar levantar bandeira e contar pra todo mundo. Basta ver nos olhos dela.
    E acredito que seja assim na maioria dos casamentos…

    Beijão procê, bonita!

    • Lidiane Vasconcelos Says:

      Oh, Patrícia! E eu acredito mesmo que tua mãe seja feliz, sem precisar espalhar aos quatro ventos. É que felicidade forçosamente posta em público, soa falso, né? Parece necessidade de auto-afirmação ou qualquer coisa assim. 😉
      É bom que tudo seja suave nessa vida, até mesmoa felicidade. 🙂

  17. Fabi Says:

    Lidi, muito legal a explicação da Beta. Não sei se conseguiria expressar tão bem o amor no dia-a-dia. Valeu pela referência! Beijão, Fabi.

  18. Elaine Battistel Says:

    Lidi, vi este pot mas estava na pressa. Voltei pra ler melhor e ler o texto original. Adorei a indicação e a posição da Beta. Na verdade o que acontece é aquela ilusão do conto de fadas, do “e viveram felizes para sempre”. Automaticamente a frase nos remete a algo plano, sem turbulências, onde a noiva/princesa é sempre tão exultante que só resta sair cantando pelos campos, atraindo os pássaros e outros bichos meiguinhos, rsrsrsrsrs.
    Parece bobeira mas esse negócio de contos de fadas fica gravado no nosso inconsciente e daí é aquele choque quando vemos que levar o casamento adiante e ser feliz requer dedicação, paciência, enxergar além e tantas outras coisas já descritas além do amor somente. O amor, o sentimento nos faz superar as dificuldades, faz valer à pena, mas não quer dizer que tudo será fácil ou um “conto de fadas”.
    Mas a prima vai também chegar a esta conclusão, verá que há diversas outras formas de se demonstrar felicidade, formas menos estrondosas mas não menos significativas, assim como a Roberta descreveu e como as amigas aqui tb concordaram.
    Bjs, Elaine

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