Bicha Fêmea Convidada – Uma revolução que não precisa de sutiã queimado.

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Por Claudia Medeiros – Se fosse na minha casa

Mary Tyler Moore Imagem: imdb.com

Eu nasci em 1968 (não façam as contas!), um ano turbulento, com muitas coisas acontecendo, vivíamos a ditadura e neste ano foi editado o AI-5, o pior que podia nos acontecer, enquanto isso, Paris estava em chamas, com os estudantes nas ruas, em Londres, Mary Quant lançava a mini-saia. Mas, dentro das casas, as mulheres levavam suas vidinhas cotidianas – lavar, passar, cozinhar, cuidar dos filhos. Mas uma revolução estava a caminho e a mulher não poderia mais ter essa sua vidinha, ela tinha que ser independente, usar pílula, trabalhar fora, desaprender a fazer bolo, enfim, tinha que ser uma mulher moderna.

Eu cresci vendo minha mãe levar sua vidinha cotidiana, até que aos dez anos, assisti minha mãe voltar ao mercado de trabalho, aquilo não mudou em nada a minha vida, o que mudou foi ver a Mary Tyler-Moore de vestidinho linha A e botas até o joelho, datilografando sua máquina na redação de uma emissora de TV, ela não tinha marido, morava sozinha e não sabia cozinhar muito bem. Gente, eu queria ser aquela mulher! Até a decisão de fazer jornalismo foi formada ali na frente da TV, vendo a Mary todos os dias jogar a sua boininha pra cima, em sinal de “não tô nem aí”.

Mas o tempo passou e eu resolvi que, apesar de ser jornalista, queria também ter uma casa bonitinha, queria sentir o cheirinho do bolo assando na cozinha lá de casa, queria comprar flores, queria fazer uma comidinha gostosa, colocar um lençol cheiroso na cama e não queria queimar nenhum sutiã, até porque com os preços atuais, nem as feministas pensariam nisso hoje, fora que meus peitos já não estão assim tão firmes.

E qual o problema que há nisso? O problema é que muita gente ainda acredita que uma mulher moderna não pode querer bater um bolinho quando chega em casa, tem que descongelar uma comidinha insossa no microondas de sua cozinha branquíssima e sem graça (porém cara) e se sentar na frente do notebook enquanto trabalha. Isso é ser competente, chique, mudérrrna. Sei bem do que estou falando, trabalho como assessora de imprensa na área política e econômica e vivo cercada de homens, mas quem mais se espanta com as minhas receitinhas de bolo, com minha vontade de chegar o final de semana pra costurar uma almofada nova são as mulheres, a maioria acha uma perda de tempo, que isso não combina com a modernidade que eu consegui por ter esse trabalho.

Gente, acho isso o fim da picada, acho que estas pessoas ainda não conseguiram descobrir as coisas que dão prazeres verdadeiros, ainda não descobriram que o melhor da vida é não precisar provar nada a ninguém. Por isso, quando a Lidiane me convidou pra escrever aqui, fiquei imensamente feliz, já que uma das minhas maiores satisfações nos últimos tempos, é ver como tem crescido o movimento em defesa das casinhas bonitas e cheirosas, dos bolos fofinhos e das mulheres felizes sem ter que dar satisfação a ninguém. É ou não é uma revolução?

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31 Respostas to “Bicha Fêmea Convidada – Uma revolução que não precisa de sutiã queimado.”

  1. Luci Says:

    Nossaaaaa! fico uns dias sem vir aqui e quando chego está cheinho de novidades e todas ótimas. Que bom!!!!!
    Sobre esse post eu poderia escrever muuuito. Acho até qu evou escrever sobre isso no meu blog pessoal. Mas preciso falar umas coisinhas aqui.
    Eu trabalhei no Mercado de Capitais por 24 anos. Era operadora de mesa e pregão. Ou seja, só homens. Mas também nunca tive problemas com eles nesse sentido. Sempre gostei de cuidar da casa, de fazer meus artesanatos. As mulheres cobram mais, e nem sempre as que cobram são felizes. E aí é que está a chave: ser feliz!!!! Não tem receita! Temos que fazer o que nos faz feliz, simples assim.

    bjus Lidi e Claudia!!

  2. Luci Says:

    Lidi, esqueci de dizer… tem um selinho que deixei prá vc quando estava ausente. pega lá!

    http://postandosobreartes.blogspot.com/2009/06/mais-um-selinho.html

    bejãooo

  3. isabela kastrup Says:

    Olá, concordo plenamente com a Cláudia. Temos que fazer o que nos dá prazer e chega de rótulos. Somos muito mais que tudo isso!
    Adorei! Parabéns para Cláudia e para Lidi por convidar pessoas tão bacanas.
    Super beijo,
    Isa

  4. katiabonfadini Says:

    Lidiane, adorei sua convidada! Eu sempre me considerei “feminista” mas nunca gostei desse termo. Eu sempre fiz questão de dividir as contas com o namorado, defendi os direitos iguais e, em casa, é o Marcelo que assume a maioria das tarefas domésticas (por iniciativa própria): ele troca as roupas de cama, cuida do lixo, lava a roupa, faz a comida, compra os produtos de limpeza etc. Eu adoro isso!!!! Somos dois seres que se amam e não precisamos de rótulos! Depois que saí da casa dos meus pais, descobri que adorava cuidar da casa e da decoração, preparar jantares românticos e me dedicar ao artesanato… É tão bom! Eu não me sinto cobrada, gosto de ser eu mesma. Diferente do padrão em vários aspectos, não me preocupo com os julgamentos. E por isso, gosto de pessoas descoladas e bem resolvidas que não ficam preocupadas em se encaixar nos padrões. O importante mesmo é ser feliz! Beijos!

  5. Rejane Batista Says:

    Concordo plenamente! Também defendo essa causa… maravilhoso o post! Parabéns!
    Pois é, eu gosto muito de presentear, e adoro tb receber… e sou muito fácil de se agradar… até se ganhar uma colher de pau já fico feliz! *rs.
    Então, vou continuar te chamando de Lidi!
    Essa minha amiga mora na Bahia, e eu no Rio de Janeiro… vivemos muitas coisas boas juntas… ela tb faz uns artesanatos lindos que qualquer dia vou postar para todos verem… BjOs e boa noite!

  6. lidianevasconcelos Says:

    Luci

    Já havia visto e aceitado o selo, mulher! Tinha até deixado um comentário no post, na ocasião. Você não viu? 😮
    Beijos

    Rejane

    Então está bem, pode continuar me chamando de Lidi. E estamos arranjadas! 😀
    Beijos

  7. Fatima Says:

    Oi Lidi!
    Oi Cláudia!
    Ótimo texto.
    Bjs.

  8. Dolly Says:

    Lidiane, conheci a Claudinha aqui na blogosfera e desde o início aprendi a amá-la não só por sua versatilidade na escrita mas pela transparência e essência. Ela é despojada de fricotes, relata o seu cotidiano despido de fantasias e isso me encantou. Obviamente que encontrar pessoas comuns, simples que enfrentam a reais dificuldades da massa brasileira torna mais fácil a identificação e aproximação.

    Esse é o perfil que tracei da Cláudia, mulher guerreira, apaixonada pela família e principalmente dedicada ao lar.

    Percebo que ser sonhadora é muito fácil o difícil é manter a feminilidade quando se entra no turbilhão das atribuições diárias, no corre-corre que se enfrenta quando se decide ser a grande equilibrista da atualidade, equilibrando-se entre ser mulher, esposa, mãe e profissional sem abdicar dos ideiais, das metas propostas e ainda encontrar um tempinho para blogar, criar algumas artes para complementar a decoração da casa etc..

    Claudinha, 10 para você, obrigada por tanta lição de perseverança que nos passa; pela tua coragem e força; tenha certeza que aqui de longe, silenciosamente aplauso cada sua nova conquista

    A você Lidiane, obrigada mais uma vez por abrir teu espaço a uma personalidade tão marcante como a Claudia
    bjs

  9. rosi costa Says:

    Lidi, querida
    Já te falei o quanto gosto das suas convidadas, tb tenho algo semelhante lá no meu cantinho (como vc pode ver a entrevista da Vevê Cobas). E acho que essa é uma oportunidade de conhecer gente bacana, foi assim que conheci a Flá, gente boa demais, até a convidei para uma entrevista, assim como a Kátia Bonfadini. Como a Bonfadini foi entrevistada recentemente no Criative-se e pelo jeito aparecerá por aqui, a entrevista da Flá virá primeiro, a propósito vc tb está na minha listinha. Vou pensar em um tema e conversamos por e-mail.
    Assim como a Claudia, e outras mulheres que acompanham o blog, tb sou mulher, profissional e dona de casa e sabemos o quanto é difícil conciliar tudo e ter nossa casa linda e cheirosa. Confesso que as vezes deixou-a para segundo plano, pois ainda tenho que cozinhar. Enfim, na casa nova, (daqui há um ano e meio) quero mudar algumas coisas, quero ter mais tempo para curtí-la, decorá-la, essas coisas.
    Um forte abraço

  10. Creuza Moura Says:

    Lidi, Claudinha e cia
    Quando eu crescer quero escrever igual a vocês! ;D
    O equilibrio entre tantos papéis que desempenhamos é complicado de alcançar, e não importa que em algum momento, algum dos pratos que tentamos manter girando na ponta da vara derrepente desequilibre e caia. Colocar novamente na ponta da vara e não desistir de ser feliz, tendo em mente que a felicidade é um momento, e por isso valoriza-los é essencial, ou não teremos provado a felicidade, estaremos o tempo todo perseguindo-a sem na verdade alcança-la. Demorei mas aprendi, que a opinião que tem peso é a minha, padrões de comportamento é coisa de laboratório de quimica!
    Um beijo estalado.
    Ah, porque sutiã anda tãããão caro?kkkkk

  11. Cláudia Ramalho Says:

    Lidi, (eu tb já tô íntima, olha aí!)

    Essa entrevista não me cairia melhor se fosse uma luva. Concordo com tudo o que foi escrito. E gostei da entrevistada, a começar pelo nome… rs

    Sério, também enfrento esse “preconceito” das mulheres com quem convivo, ele vem em forma de espanto, assombro e até de perguntas: mas por que vc faz isso se vende pronto na padaria? Ou por que fazer isso se a costureira cobra tão baratinho? Como vc arruma tempo, se trabalha fora e ainda tem 2 filhas?

    Tenho pena pois essas mulheres ainda não descobriram o prazer que dá de cuidar da casa, dos filhos, do marido. Não por obrigação, mas por prazer.

    E isso nós devemos às feministas que queimaram seus sutians nas praças. Não esqueçamos que se hoje temos a liberdade de escolha de papéis, é por causa delas, que lutaram tanto para que hoje nós fóssemos até donas de casa, se essa for nossa vontade.

    É sempre um prazer visitar seu blog.
    Um abraço.

  12. Lucia Says:

    Eu concordo plenamente com a Cláudia!
    Na verdade eu acho que trabalhamos tanto que acabamos não tendo tempo e nem disposição para o realmente tem valor… Eu adoro curtir a casa o marido e os filhos, mas nem sempre tenho o tempo que desejaria… O jeito é investir na qualidade, pois a quantidade por enquanto continuará sendo pouca, pois não tenho previsão de conseguir mudar, apenas o desejo de uma vida diferente…

  13. Isabel Says:

    OI Lidiane, concordo plenamente com a Cláudia. Acho que no início da, digamos, revolução da mulher, quando queimaram soutiãs (dizem que isto é lenda) tudo era novidade, e as mulheres entraram de cabeça, e se metamorfosearam de modernas. Jogaram longe as panelas, o avental, as convenções e os tabus. Mas hoje, depois deste tempo todo de “revolução”, “caiu a ficha” e as mulheres perceberam que não precisaria ser tudo tão radical, ou 8 ou 80. Hoje estamos caminhando para sermos realmente livres nas nossas escolhas, trabalhar e casar, trabalhar e ter filhos, fazer teses e fazer bolo. Ou ser uma coisa só, só ser uma mulher moderna, que trabalha fora e não entende nada de casa (deixando estas tarefas para os homens, que também estão transformando seu papel, mas isto é outra história) ou donas de casa assumidas! A Cláudia, como sempre, escreveu muito bem sobre o assunto! Beijos e parabéns pela convidada!

  14. Isabel Says:

    Lidiane, depois deste post maravilhoso e tão bem escrito, fiquei numa sinuca de bico maior ainda… há dias estou pensando sobre o que escrever no seu blog… é uma grande responsabilidade e também quero fazer bonito né? MAs pode ter certeza que a idéia vai sair, demora um “kadinho” (sou um tantinho perfeccionista), mas vai sair, viu? Tem paciência comigo… he he

  15. fatima Says:

    concordo com você, cláudia. eu sou da geração intermediária, estou entre você e as que queimaram sutiãs. vivi, portanto, a fase de renegar as panelas e idolatrar o tailleur, e de odiar a dupla jornada.

    felizmente estamos acordando para o prazer de voltar a ser femininas, sem achar que com isso vamos perder o terreno conquistado a duras penas.

    parabéns pelo texto, pela vida e pela batalha.

    bj

  16. wlady Says:

    Oi Lidi!
    A Cláudia arrasou! Parabéns!
    bjk

  17. Raissa Says:

    Claudia menina, você disse tudo!
    E como você comentou no fim do post, as mulheres precisam saber o que querem, de verdade. Eu quero trabalhar fora, ter minha independência mas ainda sim sou interessada em receitinhas deliciosas, em arrumar a casa de um jeito todo especial (e de uma forma mais técnica também, já que estou me formando em design de interiores), deixar cheirinhos gostosos pelo ar, preparar almoços e jantares para as pessoas que me fazem bem. Na verdade eu acho que isso tudo encanta, é claro que lá atrás na nossa história isso não foi escolhido exatamente pelas mulheres como uma coisa que elas queriam, foi mais algo que elas tiveram que começar a fazer diante de tudo, mas eu acredito que as coisas são feitas de uma forma por que tem que ser feitas dessa forma. É tanto que a vida da gente mudou tanto nesse quesito que algumas mulheres simplesmente escolhem viver assim, então se elas estão felizes com o que escolheram, quem somos nós para julgar né? Temos é que achar bonito, pois é muito encantador. 😉

  18. Flávia Says:

    É uma revolução e estou dentro!
    Parabéns Claudia pela precisa colocação.
    E parabéns Lidiane por dar espaço a esta voz tão bacana.
    Vocês são super-bichas fêmeas!

  19. lidianevasconcelos Says:

    Dolly

    É sempre muito bom saber que as bichas fêmeas convidadas, e que também são super gentis em escreverem para o bicha, têm agradado a você. Ganhamos todas nós em saber das impressões de vida das tantas outras mulheres especiais como a Claudia, não é? Eu sou suspeita para falar, mas fico orgulhosíssima em ver o Bicha se transformar gradativamente num ponto de encontro virtual de mulheres bonitas, inteligente e muito bem resolvidas. Ponto para todas nós que frequentamos o Bicha. 😉
    Beijos

    Rosi

    É verdade. A interação entre blogueiras a mim parece fundamental para a gente criar intimidade, construir afetos, trocar figurinhas e mostrar o que há de bom na blogosfera afora.

    O Bicha Fêmea convidada não é propriamente um espaço de entrevista, porque não sou qualificada para isso. Creio que não saberia fazer isso direito, então deixo para as profissionais desse ramo como você, que lida com comunicação. 😉
    Aqui no Bicha o espaço é para que outras blogueiras mostrem sua identidade “bloguísitica” e também a que vieram. 🙂
    As convidadas ficam livres para escreverem o que querem, como quiserem, e eu adoro o que vem saindo disso tudo.

    Me sinto honrada em saber que estou em sua lista para ser entrevistada. Quando quiser, estou a postos, bonita! 😀
    Beijos

  20. lidianevasconcelos Says:

    Claudia

    Estou com as bochechas rosadas pelo “é sempre um prazer visitar seu blog”…
    Muito obrigada!
    Beijos

  21. Luci Says:

    ai ai ai a bicha aqui tá ficando bixada viu? 😦

    bejão e desculpa!!

  22. lidianevasconcelos Says:

    Ô, Isabel! Pode relaxar quanto ao que escrever no Bicha, viu? O espaço por aqui é nosso e a gente fala de maneira informal sobre tudo. Sabe como é, né? A gente só quer um motivo para ficar de “trololó”… ehehehehe…
    Beijos!

    Imagina, Luci!!! 😀
    Beijos!

  23. Claudia Medeiros Says:

    Lidiane querida, muito obrigada por ter me convidado a participar deste espaço tão bacana. Meninas, obrigada pelos comentários.

    Como bem disse a Isabel, as feministas não queimaram os sutiãs, um dia depois de um protesto de feministas nos EUA, um jornalista quis dar um tom jocoso à sua matería e disse que as mulheres tinham queimado seus sutiãs – isso tb tinha referência com o fato de que as feministas eram consideradas feias, mulheres que não se preocupavam com a aparência etc. Tudo preconceito. Mas como não falar daquele período sem usar a famosa frase do sutiã, né?

    beijocas

  24. lidianevasconcelos Says:

    Claudia, eu é quem te agradeço. Você abrilhantou o espaço “Bicha Fêmea Convidada” e deixou o Bicha mais bonito, mais interessante…

    Muito obrigada a você, viu? 😉
    Beijos

  25. Rose Says:

    Vixi…eu perdi esse post snif snif…bem antes tarde do que nunca…
    também nasci em 1968…kkkk e estou quase no dia do niver…e por isso ando meia atrapalhada arrumando as frescurinhas pra festinha…mas promete ler tudinho
    bjinhus!!!

  26. lidianevasconcelos Says:

    Então tá, Rose! 😀

  27. Patrícia Pirota Says:

    Eu adorei o post, Cláudia!
    Parabéns por dizer tanto em tão poucas palavras…

    Acho que depois de toda essa guerra entre homens e mulheres, acabou se perdendo um pouco os pequenos prazeres. Como se mulher de verdade fosse aquela workaholic insana que não tem tempo pra si mesma…
    Muita gente esqueceu que ser uma boa profissional não exclui ser uma pessoa realizada em casa, com as coisas do dia a dia… É tão bom fazer um bolo, enfeitar a casa, cuidar das flores…
    E o melhor é fazer tudo isso porque sente prazer…

    Enfim.
    Mais uma vez, parabéns pelo post.
    Bjo procê.

    Lidi,
    bjão procê, minha bicha fêmea mais querida =)

  28. Bárbara Says:

    O melhor da vida é não precisar nada pra ninguém…
    Adorei seu post…
    Bjs
    😉

  29. Fla Says:

    Olha Cláudia, eu achei o seu post simplesmente fantástico.
    Concordo e muito contigo.
    Parabéns pelo texto.

    Lidi parabéns mais uma vez pela escolha da bicha fêmea convidada.
    Beijokas as duas
    Fla

  30. Ilália Cristina Says:

    Amei esse texto, tem tudo a ver com o momento que estou vivendo…
    Parabéns Claudia Medeiros! Já estou seguindo seu blog!

    Parabéns Lidiane!
    Beijinhos,
    Ilália Cristina

  31. Lucimara Scomparim Says:

    Amiga Claudia,

    Passei no seu blog e vim até aqui para prestigiar sua participação como convidada especial.
    Como sempre, texto super bacana, como tudo que você faz.
    Parabéns!

    Um grande beijo,
    Lucimara

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