Bicha Fêmea Convidada

 

Este blog mudou de endereço, que agora é WWW.bichafemea.com     >>>>> passa lá!

 

Por Beta Bernardo – Criative-se

Primeiro preciso registrar aqui a alegria que foi receber o convite da Lidiane pra ser convidada no Bicha Fêmea. E foi um misto de alegria e nervosismo, porque eu não podia fazer feio pro público do Bicha, né? Então começou a saga em busca do tema a ser trazido neste post. Queria algo novo, que eu não tivesse falado nem no meu blog pessoal nem no Criative-se. E lá o assunto mais frequente nas minhas postagens é fotografia. Nem tinha como ser diferente, né? Tô fazendo o curso, algo tão desejado e adiado, comprei minha câmera nova… também tão desejada e adiada. Sem contar que os eventos pra registrar dentro da família e na roda de amigos foram constantes nesses últimos tempos. Então, como não falar de fotografia aqui?? Tô respirando fotografia!!!

Foto by Beta Bernardo

Foi então que resolvi gastar bem a massa cinzenta que Papai do Céu me deu e os neurônios em quantidade inferior a dos homens para pensar em um enfoque diferente pra esse post. Não tinha a menor graça ficar mostrando fotos minhas aqui. Ou foto dos outros. Isso qualquer blog tem. Agora, um post pro Bicha, escrito por uma Criativa, tinha que ser mais, né? Então, tentei. E no meio de uma reunião de trabalho, responsável por registrar tudo que estava sendo deliberado lá e ainda participando ativamente da discussão de mudança ou não do escopo do projeto, foi que veio o insight pro post. A busca pelo prazer. E o que mais é a fotografia pra mim que não a busca pelo prazer, além de ser uma paixão de longa data?

Foto by Beta Bernardo E como o blog é Bicha fêmea precisamos contextualizar isso tudo que já disse aí em cima: fotografia, prazer e blog com nosso universo feminino. Vamos ver se eu consigo.

Primeiro, não me considero feminista.

Não gosto de radicalismos, acho burro! Estamos nesse mundo de meu Deus pra vermos e avaliarmos vários pontos de vista e mudarmos de vez em quando, voltarmos atrás. Quem é radical não revê seus conceitos.

Mas não gosto que subestimem as mulheres. Detesto quando um homem “cresce” numa situação só porque a outra parte é mulher.

E não gosto quando vejo mulheres se depreciando e achando que precisam agir como homens pra se considerarem com direitos iguais aos deles. Mulher não precisa ser cafajeste, simplesmente porque ser cafajeste não é uma coisa boa.

Então, que prazer será esse que as mulheres tanto buscam?? Só o prazer sexual e o direito de ter orgasmos? Beleza, essa foi uma grande conquista. O papo de 5 décadas (ou menos) atrás não era assim. Conquista nossa!!! Mas precisamos pensar o que estamos fazendo com ela e se é só esse prazer que buscamos e que nos fez “queimar os sutiãs” no passado.

Você acha que tem prazer nos seus dias?

Às vezes acho que falta nos meus.

É tanta correria, vivemos numa luta incessante por dinheiro e pelas coisas que ele pode comprar! Nós, bichas fêmeas, queremos ser perfeitas. Será que foi isso que as que queimaram sutiã queriam? Pelo o que sei foi exatamente o contrário. O “queimar o sutiã” veio de um evento de protesto com cerca de 400 ativistas do WLM (Women’s Liberation Movement) contra a realização do concurso de Miss América, em 7 de setembro de 1968, em Atlantic City. Na verdade, a ‘queima’, propriamente dita, nunca aconteceu. Mas a atitude foi incendiária. A escolha da americana mais bonitinha era tida como uma visão arbitrária da beleza e opressiva às mulheres, por causa de sua exploração comercial. Elas colocaram no chão do espaço, sutiãs, sapatos de salto alto, cílios postiços, sprays de laquê, maquiagens, revistas, espartilhos, cintas e outros “intrumentos de tortura”. Aí alguém sugeriu que tocassem fogo, mas não aconteceu porque não houve permissão do lugar (que não era público) para isso. Também ninguém tirou seu sutiã. Mas após esse episódio, várias mulheres queimaram seus sutiãs em diferentes cantos do mundo a favor da liberação feminina.

 

E o que estamos fazendo hoje? Estamos lutando por corpos perfeitos, peles perfeitas, bumbum empinado e seios turbinados. Queremos as grifes das celebridades, as viagens de celebridades, seu estilo de vida. E pra isso… dinheiro!! E pra ter dinheiro… trabalho, muito trabalho. E aí vem exatamente o que eu mais detesto nesse lance de feminismo, direitos iguais e blá blá blá. Jornada dupla, tripla, quádrupla. É muita pancadaria!! É trabalho, casa, marido, filhos e nossas exigências por todo lado. Se os direitos fossem mesmo iguais nós chegaríamos do trabalho, tiraríamos o sapato, deixaríamos as meias no canto da sala ou do banheiro, esperaríamos o jantar sair quentinho (ou requentado, tá bom!), isso sentadas no sofá com o controle remoto na mão, ou um jornal, também serve. Mas diferente disso, a maioria de nós tem que ir ajeitar alguma coisa na cozinha, colocar a mesa, lavar a louça, ver se tem algo mais pra ajustar em casa e finalmente tomar um banho pra só então relaxar. Isso claro se não tiver um filho esperando pra fazer lição, ter atenção ou mesmo algo pra terminar pro trabalho. Duro né?

Eu, muitas vezes, acho que ser Amélia era mais legal… nossas mães trabalhavam pra caramba em casa, cuidavam dos filhos, do marido, ficavam exaustas!! E nós??? Deixamos de fazer alguma coisa disso que falei aí em cima??

Então, o que mudou??

Mudou que ganhamos mais funções:

A profissional bem sucedida!! Temos que ter faculdade, pós graduação, MBA. Temos que chegar no horário e sair tarde.

 

Temos que ser boas motoristas e não fechar os carros na rua e conseguirmos fazer baliza como ninguém, estacionar de forma estupenda e ainda retocar o batom no retrovisor!!

Temos que usar salto alto e tailler e com a mesma classe vestir um jeans com camiseta básica e tênis… temos que estar na moda!!!

 

Temos que ser ótimas mães, amamentarmos até seis meses, sendo que só temos quatro ou cinco meses de licença e no 6° mês já estamos de volta na pressão do trabalho e pensando no bezerrinho que deixamos em casa. E peito vaza, e pega bomba, e o peito empedra… Quando cresce é ajudar no dever de casa, ensinar a usar camisinha, falar de sexo e deixar o namorado dormir em casa.

 

Temos que ser ótimas esposas, um fogo sempre aceso, renovar a relação, não deixar cair na rotina, se vestir de coelhinha, controlar o humor na TPM pra não chatear o marido que tá cheio de problemas no trabalho…

 

Temos que ser gostosas!!! Não ter celulite, nem estria, tomar suco com adoçante, mas evitá-los porque dá câncer, não tomar café por causa do clareamento dos dentes, as madeixas sempre lisas e brilhosas, cabelo opaco: NUNCA!! Temos que malhar pro bumbum ficar durinho… e pra podermos dar tchau sem balançar os babados todos. Temos que depilar tudo, fazer virilha cavada, axila, buço e o que mais tiver pelos indesejados. Fazer limpeza de pele, usar filtro solar… temos que ter pele lisinha de photoshop… igual à Angélica!! Fazer unha toda semana, esmalte descascado é derrota total!!! Mais todos aqueles tratamentos estéticos que não fazem parte do meu mundo porque não tenho dinheiro ou porque talvez a situação ainda não esteja tão crítica. A necessidade faz a mulher, né?

 

Temos que cuidar da casa… é louça na pia, “janta”, arroz sem queimar, macarrão sem grudar,dar instruções pras ajudantes, babás, fiscalizar tudo isso…

 

Temos que ser uma blogueira de renome, vários visitantes contabilizados no Google Analytics, posts interessantes e centenas de comentários em cada tópico.

E aí eu repito a pergunta… onde está o prazer nisso tudo??

Foto by Beta Bernardo E foi pensando nisso e no quanto minha vida estava pautada nas obrigações (não necessariamente todas essas citadas acima :/) que concretizei o velho sonho de fazer um curso de fotografia e de ter uma câmera bacana. Essa historia pra mim é que nem Tostines. Eu queria fazer o curso pra comprar a câmera ou queria comprar a câmera pra fazer o curso?? A ordem não importa, o que importa é que ambos eram sonhos antigos que realizei nesse momento, em que percebi que precisava ter mais momentos de prazer e relax pro meu corpo e pra minha mente. Às terças-feiras não marque nada comigo, você vai perder feioooo!! Às vezes tô o bagaço, mas não abro mão de estar sentada naquela cadeirinha, ouvindo o que meu professor tem a falar. Não troco as conversas com os colegas na hora do “recreio”, aquela hora em que somos todos aprendizes, crianças grandes desejosas pelo saber de algo que nos enche de encantamento e satisfação. E se não bastasse as terças ainda tem as saídas fotográficas, sejam aulas práticas ou saidinhas no fds pra clicar as coisas boas por aí.

Foto by Beta Bernardo E vou dizer que tem funcionado. Poder alternar meus pensamentos e obrigações estressantes com pensamentos de prazer, de coisas boas que fazem bem pro corpo e pro espírito está me ajudando a suportar o tempo que ainda falta pras férias… hehehe.

Isso sem falar no Criative-se, que fez toda a criatividade que existia em mim vir à tona, se mostrar. Que ajudou e me impulsionou na decisão de fazer o curso. Um espaço onde todas somos bem sucedidas pra nós mesmas, pelo simples fato de escrevermos e mostrarmos a nossa arte, independente de opiniões e julgamentos externos. É a nossa diversão, nosso playground… e como é bom voltar a brincar

Foto by Beta Bernardo Precisamos desopilar o fígado. Ligar praquela amiga que não falamos há tempos, ir ao cinema, namorar o maridão, comer um brownie Thunder no Outback, tomar umas tacinhas de prosecco e rir de nada, deixar as crianças com a avó e sair pra dançar, ver o pôr do sol na praia, passear no Jardim Botânico, apreciar a beleza das flores. Resgatar o prazer de mimar nossa casa, de preparar um jantarzinho, de esperar o marido chegar disponível pra ele. Trocar receita com as amigas, pintar, bordar, fazer artesanato, resgatar o prazer de ser Amélia pelo simples fato de naquele momento querer ser, sem a obrigação de ser. Você tem se permitido essas coisas?

Foto by Beta Bernardo

Enfim, a vida de mulher não é fácil. Mas também ninguém disse que seria. E crescemos ouvindo que mães padecem no paraíso. Eu acho que mulheres padecem no paraíso, sejam mães ou não. E existem várias outras questões que sequer foram levantadas aqui e que com certeza incomodam vocês. Ou talvez essas aqui não tenham nada a ver com você.

 

Então coloque a boca no trombone, com o máximo respeito às opiniões divergentes e divida conosco o que mais atormenta você nessa difícil tarefa de ser uma Super Mulher Maravilha.

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37 Respostas to “Bicha Fêmea Convidada”

  1. Veronica Arteira Says:

    Tantas tarefas, tanta falta de tempo, tantas cobranças (nossas e dos outros), tudo ao mesmo tempo agora e pensamos que não conseguiremos dar conta de tudo. Mas damos! Aí, chega um tempo na nossa vida que tudo está mais ou menos resolvido, situação razoável no trabalho, perto de aposentadoria, um tempinho maior para passear, porque os filhos já não moram mais conosco e….epaaaa…cadê a alegria e a satisfação por termos dado conta de tudo a seu tempo??? Ah… aí vem a saudade, a tristeza, a lembrança daqueles momentos em que queríamos abraçar o mundo com as pernas, enlouquecíamos com a casa cheia de filhos e amigos dos filhos, as lições, os lanches, o barulho, mil louças, mil roupas, mil compromissos, reuniões na escola, nenhum tempo pra pensar na gente…Mulher maravilha era pouco, mas a vida era mais colorida. Cadê a voz das crianças? O som do telefone que não parava, o som da tv, do cd, das brigas deles, até? Tudo ficou lá longe, porque a vida segue… e mais uma vez nos cobramos (e nos cobram novamente) sabedoria para não enlouquecermos de tanta saudade, discernimento para não interferirmos na vida deles, saúde para esperamos os netinhos, inteligência para sabermos ocupar o nosso tempo agora tão comprido… E continuamos em busca da Mulher Maravilha…

  2. Veronica Arteira Says:

    Beta e Lidiane, parabéns! à Beta, pelo excelente artigo e à Lidiane, pela ótima escolha. Devaneei lendo e depois respondendo, que me esqueci de parabenizá-las.
    Adorei!!!
    Bjsssssss

  3. Patrícia Pirota Says:

    Que ótimo o post! Tão bem escrito, gostoso de ler. E as imagens lindas!!! Parabéns Beta! Adorei!

    Lidi, minha amiga!
    Saudades docê viu!
    ‘Brigada pelos comentários lá no blog. E, ai, quanta coisa boa eu perdi por aqui! Vou ler tudo agora mesmo!
    E parabéns pelo post no Criative-se!!!

    Bjão enorme procê!

  4. KAROL Says:

    FALOU E DISSE DONA BETA
    O PROBLEMA É QUE TUDO QUE QUEREMOS SER É PROS OUTROS, ESQUECEMOS UM BOCADINHO DE NÓS MESMAS
    EU SEMPRE DIGO QUE A MULHER COMPRA OS SONHOS DO MUNDO, A GENTE OUVE ALGUEM FALAR SOBRE O QUE QUER FAZER, OS SONHOS QUE TEM E LOGO QUER AJUDAR, DAR PALPITE, AS VEZES CHEGAMOS A MOVER UNS MORRINHOS PRA CONCRETIZAR O SONHO ALHEIO, MAS E OS NOSSOS/
    FALOU BEM E BONITO, SEMPRE TEM ALGUMA COISA QUE FAZ NOSSOS DIAS FICAREM MAIS BONITOS, MAI SORRISOS, É ATRÁS DISSO QUE DEVEMOS CORRER
    PARABENS PELO POST

    LIDIANE, BICHINHA, ANDEI LENDO SUAS POSTAGENS ANTIGAS E DESCOBRI QUE ESTOU EM DÉBITO CONTIGO, VOU ME ESFORÇAR PRA POSTAR MINHAS ANTIGUIDADES ESPECIAIS E MINHAS CAIXINHAS QUE VIRAM ALBUNS
    BEIJOS, PRAS DUAS

  5. Fatima Says:

    Oi Lidi!
    Oi Beta!
    Ótimo artigo o seu.
    Toda vez que leio temas como os que foram abordados por vc fico feliz de deste muito cedo ter praticado o auto-conhecimento. Não sei se por nascer em condições que posso chamar de adversas a sua realidade sempre soube que aluta estaria mesmo comigo.
    Nasci negra, mulher e pobre e pra melhorar pesando 5quilos, fofura esta que me acompanha até hoje. Sempre fui muito estudiosa e me destacava na escola pública que sempre estudei, onde se espera o mínimo do aluno infelizmente. Apesar de lutar com a balança sempre tive muito boa auto-estima e aprendi deste cedo que eu valia mais que o número que eu vestia.
    Venho de uma família matriarcal e onde as mulheres sempre trabalharam (porque a revolução feminina para sair de casa para trabalhar começou para mulher negra assim que a lei áurea foi assinada) sendo assim sempre soube que nada seria fácil.
    A mudança nas mulheres da minha geração ,na minha família, é que todas puderam estudar e algumas como eu fizeram faculdade e possuem curso superior.
    Tenho uma regra para minha vida, tudo que eu faço tem que ser com alegria, com prazer. E quando encontro condições impróprias para estes sentimentos ai vem a vantagem de ter estudado e práticado tanto o auto-conhecimento: sei exatamente o que quero e tento buscar a melhor solução para viver e enfrentar as adversidades.
    Só para terminar, quando comecei minha vida escolar com 6 anos meu pai (que era branco) me chamou para conversar e me explicar o que eu ia encontrar na vida fora da proteção da minha casa. Confesso que não entendi muito a questão do preconceito porque minha família é toda colorida e viviamos muito bem, ai meu pai me falou de todo o processo da escravidão e do resultado que este passado deixou na socidade, o de julgar as pessoas não pela capacidade e sim pela cor da pele.
    Quando ele viu que eu já havia compreendido me perguntou:
    _Ainda temos negro no Brasil depois de tanta violência, perseguição e desvalorização?
    Respondi que sim e ele falou a frase que marcou a minha vida para sempre:
    _ Sabe porque minha filha? Porque só os fortes prontos para lutar pela vida sobrevivem.
    Tinha jeito de ser diferente do que eu sou? Então amiga, bola pra frente por que atrás sempre vem gente.
    Abrs.

  6. Dolly Says:

    Belo texto…a mulher perdeu-se no tempo; a modernidade, a necessidade de espaço, a competição vem brutalizando a feminilidade antes aflorada…tá tudo errado..As amélias sem dúvidas eram mais felizes e eram mais felizes porque aceitavam as condições que a vida lhes regalava..era uma vida dura mas que garantia a plenitude de viver. e hoje? é so pensar nos investimentos em psicologos, ansiolíticos, plásticas, clinicas de emagrecimento…ai esta a resposta para a frustração, pelos excessos de atribuições, pela insatisfação de viver..e quando a vida perde as cores, quando o cansaço domina nosso corpo nos reportamos ao passado e aplaudimos nossas avós… Somos a geração pós modernidade; Assim como a violência degradante e descontrolada por falta de estrutura, a mulher vive outras formas de violência além daquelas buscadas por querer seguir a modernidade sem estruturas. Poucas são as mulheres capazes de enfrentar tudo sem suas pílulas reestruturantes! conseguem ver a diferença? os machos, cafagestes ou não, sobrevivem e não é porque não vivem sobrecargas mas porque a sobrevivência na modernidade teve um preparo lá atrás…Desde que o mundo é mundo êles sempre tiveram o perfil de garanhões,machos etc..enquanto a pobrezinha da mulher, se esforça para ser a puta na cama para competir com a secretária; se mata para manter o corpo, porque a moça da play boy tem as formas sedutoras ( e esquecem do photoshop)..nos destruimos por mera falta de personalidade, por falta de autenticidade..mulher que é mulher de verdade, não precisa ser amélia; não precisa de aplausos nem troféus precisa sim, ser feminina, aceitar sua fragilidade, sua alma de mulher em um corpo de mulher e não um corpo com uma alma protótipo da ” mulher ideal” que só existe nas literaturas…todos envelhecerão, todos perderão o brilho, mas o importane é a mulher ser autêntica. a vida não acaba quando por opção decidimos não amar mais ou a não trepar mais..nada disso! a vida acaba quando perdemos a capacidade de sonhar; a felicidade é opcional e individual..ninguém será feliz dependendo de outro…
    A mulher que busca sua realização pessoal, que se realiza em seu circulo de amizades ou na fria solidão de sua casa, é a mulher feliz.
    A FELICIDADE ESTÁ ONDE A POMOS E NUNCA A POMOS ONDE ESTAMOS!!!!!!
    infelizmente!
    Amei o texto, o exemplo da mulher que vai em busca das realizações, do preenchimento de seu tempo com coisas produtivas capazes de proporcionar a plenitude de viver…Brava Beta!!!!
    Lidiane, a vc meu carinho especial por nos proporcionar semanalmente momentos como este.
    bjs

  7. Rosi Costa Says:

    Que agradável surpresa encontrar aqui palavras da Beta. Fou fã das meninas do Criative-se, sou fã do Bicha Fêmea. Adoro esse espaço que permite que mulheres deêm seus recados.
    O texto é excelente e me identifiquei em quase todas as frases. Dá até aquela canseira de pensar que vc faz isso e mais um pouco todos os dias.
    Bjs às duas!!!

  8. Beta Says:

    Que pecado eu aqui enrolada no trabalho, com chefe no cangote sem poder ver direito meu post publicado e sem ler com atenção todos esses comentários calorosos. Tô deixando meu rastro aqui, só pra avisar que logo tô voltando pra reler tudin com calma e com atenção… e debater…
    Obrigada a todas pelos comentários até agora e à Lidi pelo convite e espaço… lisonjeada, toda boba, me sentindo e orgulhosa é muito pouco!!!!
    Bjks e até daqui a pouco!!!
    Beta

  9. Daniele Says:

    Nooooooooooossa!!!
    Amiga, tenho verdadeiro orgulho de ser sua amiga(desculpe a redundância) mas foi preciso 🙂
    Parabéns pelo tão bem escrito texto. Vc sempre arrasa.
    Ah, e as fotos também estão uma loucura.
    Beijos cheios de admiração. Dani.

  10. Elaine Patu Says:

    Minha Barbie Girl você é a própria mulher maravilha: Excelente filha, esposa, amiga, tia, que ainda trabalha, escreve, fotografa….ufa tô cansada só de falar, ou seja, escrever kkkkk.
    Amei seu post!!!belo e sensato, mas cá entre nós, fazemos tudo isso e damos conta né? Afinal somos mulheres apaixonadas pela vida e com uma baita disposição.
    Beijos e parabéns!
    Elaine Patu

  11. Tati Says:

    Oi Gata!

    Quanto orgulho! Tenho 3 comentários sobre seu texto:

    1) D.Solange mandou bem nas aulas de português;

    2) Ai que saudade da Amélia, aquilo sim é que era mulher; e

    3) Viva a Mulher Maravilha também.

    O ideal é equilibrar todos tipos de mulheres que somos e com muito orgulho.

    Bjs e Parabéns a todas nós que somos isso tudo!

  12. Veronica Cobas Says:

    Beta e Lidiane,

    Sou daquelas que acha que o que levou a mulher a um novo tempo no estrato social foi o simples exercício do bem maior que nos difere dos demais seres vivos: a capacidade de pensar e, em pensando, transformar. Era natural que isso acontecesse. E o maior acesso à informação e a educação formal nos fez artífices da mudança. A história mostra que todas as grandes mudanças sociais e conquistas foram oriundas de tempos ou momentos em que a mão da mulher se fez presente.
    Estou longe, muito longe de qualquer pensamento sobre “homens prá lá e mulheres prá cá”. Muito ao contrário. Somos melhores juntos. Em todas as formações e escolhas possíveis. Algumas, inclusive, bem ao longe da formação tradicional e cristã dos pares. Homens têm sido fundamentais na percepção feminina sobre ser capaz de ter um novo olhar. Não melhor, nem pior. Apenas um novo e mais sensível olhar. Porque das coisas boas – e são muitas mesmo – que vislumbro na alma feminina, a mais importante para mim será sempre o uso-fruto da emoção. Cada dia mais me sinto segura sobre o bem que a emoção me traz. Mesmo nos dias do destrambelho emocional, não abro mão de ter um olhar emocionalmente racionalizado ou racionalmente emocional sobre todas as minhas escolhas e decisões.
    Foi assim que escolhi casar, ter filhos, me dispor à idéia tão louca e genial de gestar e até achar que faria dos meus filhos boas pessoas. Sim, acho que fiz e sei o duro que dei. Na verdade, o duro que demos…eu e Carlos.. para que tudo isso se fizesse verdade.
    Não…realmente não me sinto pressionada pela condição de mulher. Não me sinto pressionada a ser mais ou menos romântica, mais ou menos mulherzinha, mais ou menos mãe, mais ou menos profissional, mais ou menos administradora do lar. Acho que passei da fase e já até esqueci. Tudo aconteceu e permanece acontecendo como deveria ter sido.
    E outro dia até conversávamos sobre isso aqui no trabalho. Se imaginássemos uma nova vida, o que gostaríamos de ser: homem ou mulher. Eu pediria mulher mil vezes. E olhe que gosto da ideia de experimentar. É que realmente acho que os homens já estão e ainda estarão muitos dos próximos anos no mesmo hiato em que as mulheres estiveram durante um longo período. Sem a referência da mulher submissa ou pelo menos da que o considerava provedor, com a percepção clara e inevitável da capacidade múltipla e funcional da mulher, da noção de que somos capazes de nos revelarmos de uma forma tão intensa e fazer disso uma desavergonhada terapia de auto-conhecimento……….eles estão perdidos. Esse é o desafio do novo homem. Perceber que mulheres os querem junto, perto o suficiente para admitir suas fragilidades e a emoções e sem que isso signifique qualquer dúvida sobre escolha sexual.

    Acho que é isso. Mas disso eu falaria horas!!

    Parabéns à Roberta, criativa que abre a discussão e ocupa com brilha o espaço generoso da Lidiane.

    Veronica

  13. Beta Says:

    Ahhh… agora sim!!! Já reli meu texto todo formatadinho pela D. Lidi, já li atentamente os comentários.

    Meninas, tô adorando!!!

    Verônica,
    entendo o que você fala. Esse frenesi da nossa vida vicia. Você viciu e hoje está em crise de abstinência. Então, menina, pega aquela vontade adormecida de se dedicar a algo, a um curso, um trabalho voluntário, tomar conta dos netos, algo que preencha seus dias e seu coração de alegria e prazer. Você continua sendo a mulher maravilha de sempre, só que um pouco menos atribulada e com tempo pra ter o ócio criativo que todos nós precisamos. Adorei seu comentário!!

    Patrícia,
    fiquei muito feliz que você tenha gostado e considerado que meu texto tá bem escrito. Você que escreve bem e tão intensamente… um elogio e tanto!!! e nem preciso dizer que fico toda boba quando elogiam minhas fotos, né? Você me encheu toda! ;))
    Bjks

    Karol,
    me reconheci quando você disse que lutamos pra realizar os sonhos alheios… Tô sempre impulsionando os outros e por várias vezes esqueci de me impulsionar. Passado!!! hehehe
    Adorei suas colocações…

    Fatima,
    GUERREIRA!!! É de mulheres com exemplos assim que precisamos! Nos deixamos levar pela nossa “fragilidade” e algumas vezes esquecemos o quanto somos fortes. Você nos fas lembrar disso! Obrigada pelas lições de vida!!! E lutar sempre, pra sermos o que quisermos, seja o que for!!!
    Adorei te conhecer!!! Bjks

    Dolly,
    realmente a felicidade está onde nós a colocamos… e digo mais, está onde está nosso coração!!! Parece clichê, talvez seja, mas acredito nisso piamente. O que fazemos com amor, prazer e dedicação dá certo!! E traz felicidade!!
    Bjks

    Rosi,
    sempre carinhosa nos comentários. e ainda passou no meu bloguito que etsá em fase de reformulação, depois de tão esquecido que ficou com a chegada do Criative-se! Seja sempre bem vinda em minhas “casas” sejam elas quais forem. Inclusive, hoje aqui é a minha casa!!! heheehe

    Lidi,
    você é de uma generosidade tamanha!!!
    Desejo que você tenha toda a Luz possível e necessa´ria pra fazer sua caminhada feliz e iluminada!!
    Bom demais isso aqui!!

    Bjks pra todas!

  14. Ana Carolina Says:

    Beta, sem palavras! Tô até sem respiração! Texto muito bem escrito! Sem falar nas fotos lindas! É… Essa é a nossa luta diária! Tudo com muita dedicação e muito prazer! Adoro ser mulher!!! bjs, Carol

  15. lidianevasconcelos Says:

    Oi, Patrícia!
    Que bom que está de volta! Vou agorinha na tua “casa” saber das novidades. 😀
    Beijos!

    Oi, Karol!
    Imagina se há débito comigo! Ei! Tenho pavor de imaginar alguém se desdobrando por causa de mim, hein? Faça o que fizer, faça por e com prazer, bonita! 😉
    Beijos

  16. lidianevasconcelos Says:

    Eu quem agradeço, né Beta!? Imagina! Você enriquece o Bicha com um texto tão lúcido e reflexivo.

    É sempre muito bom que nós, mulheres, paremos e pensemos se o que estamos fazendo de nossas vidas é de fato o que queremos e o que nos deixa felizes. Será que não há um outro caminho? Será que não há um detalhe que possa fazer a vida ser melhor, mais bem aproveitada e mais feliz? Será que não estamos nos cobrando demais? Vale a pena? A quem estamos tentando agradar?

    Se todo o corre corre nos faz genuinamente feliz e precisamos disso para viver, tudo bem. Cada um que faça da sua vida o que for melhor para si. Mas, se por outro lado, não é bem isso o que queremos, o que nos impede de reformular nossa vida? É bom que a gente pense mesmo, para fazer valer a pena cada momento vivido…

    Beijos!

  17. Jane Murback Says:

    Beta, amei o texto.
    Lidi, ótima escolha.
    Duas fofas!

    A minha “questão” é que agora temos escolha. Não que isso não seja bom, mas cada vez mais temos que ser conscientes que nada mais nos é imposto. E justamente por isso temos que ser responsáveis pelos nossos atos, pelo nosso presente e pelo nosso futuro. Falei sobre isso no Mulheres no dia internacional das Mulheres. As vezes é pesadão ter tanta liberdade, mas a gente não sabe mais viver sem ela. Então, acho que é aí que se instala o dilema. E é bom que haja dilemas e dúvidas, porque isso nos faz pensar, refletir, mudar, deixar como está … mas a cada acontecimento percebo que o que não podemos é deixar pra ser feliz amanhã. Tem que ser agora!

    Bjo e parabéns pra duas que eu gosto tanto.

  18. ruby fernandes Says:

    Oie amiga! Amo quando tem entrevista aqui! E essa foi ótima! Adorei, aliás adoro as meninas dos Criative-se!
    As xicaras não são da Camicado, aqui não tem essa loja, o que é uma pena…
    As rosas de ferro são de MG sim, comprei a minha em Ouro Preto.
    Bjokas flor.

  19. Flávia Says:

    Beta !
    Vai escrever bem assim na China !!!
    Parabéns… Texto ótimo, claro, direto e que nos faz pensar…
    Vc traduziu simplesmente o q é ser mulher… Hoje e sempre. Afinal, as
    pressões só aumentaram até hoje…
    Adorei ! (Como sempre, né ???? Sou fã de vcs… E hj pude ler 3 posts ! O
    da Lucia, o seu e a resposta da Verônica Cobas !!)
    Mas o prazer no que fazemos é o principal !
    Te digo pelo q vivo hoje… Deixar Arthur em casa e ir pra rua trabalhar no
    que não me dava retorno, muito menos prazer, não rolou…
    Mudança geral de planos, para acompanhar a nova fase da vida… Às vezes,
    isto é necessário…
    Bjs

  20. Nana Says:

    Ótimo texto, eu abandonei esse mundo que criaram, mas não serve para mim, eu trabalho pq preciso pagar conta e comida, mas o meu prazer esta em casa, preparar os meus pratos, fazer alguma coisa que dará prazer a minha pessoa e curtir o meu marido, a minha família.

    Parabénssss viu!
    Bjs

  21. Fabiana Says:

    Beta,
    Adorei o texto. Ficou tudo bem organizado e explicadinho, e o conteúdo, muito coerente.
    O melhor é que estou tendo a oportunidade de conhecer este outro blog, o do Bicha Fêmea, novas descobertas são sempre muito bem vindas, ainda mais quando são transformadoras.
    Vou ler com calma o contéudo do blog p/ opinar depois, ok, Lidiane?
    Bjs e parabéns, para as duas!
    Fabi

  22. Rose Says:

    Oiii meninax…karaka a cada semana as Bichas convidadas se superam…um post mais atranente que o outro parabéns a todas…

    Beta, pior que é assim mesmo, acho que aconteceu e vai acontecer com todas que foram que ainda serão convidadas pra esse espaço…dá um friooozinho na barriga…kkkkk

    Mas, o que você falou tá certissimo, estamos sempre em busca de algo…as vezes também me pego pensando nisso…será que meu dia foi prazeroso, meu mês, meu ano….hummmm minha mãe que era feliz e não sabia…reclamava, reclamava mas só cuidava da casa e de mim (sou filha única) e agora eu fico igualzinha uma doida correndo pra e pra cá que vida doida é essa???

    Bjinhus e mais uma vez parabéns!!!

  23. Raissa Says:

    Pois é Lidi, no quero enfeitar você vai ser sempre assim, provavelmente, uma metamorfose virtual ;P e espero que vocês sempre apreciem!

  24. Lidiane Vasconcelos Says:

    Oi, Fabi!
    Pode olhar o blog a vontade. Espero que goste. 😉
    Beijos!

  25. Ilália Cristina Says:

    Tem um selinho para vc no meu blog: http://maquiagemmineral.blogspot.com/2009/06/quatro-novos-selinhos.html

    Beijinhos,

  26. Fla Espinelli Says:

    Parabéns!!!
    Beta, você realmente soube deixar aflorar em seu texto tudo que a maioria de nós: mulheres, mães, trabalhadoras…e várias outras “funções” de nós mesmas pensamos a respeito de todo esse caldeirão de sentimentos que nos fervilham a todo tempo. Ri e chorei ao longo do texto, parece que vc estava escrevendo pra mim…rsrsrs…como pude perceber coisas que estavam tão escondidinhas dentro de mim e sem coragem de botar pra fora.
    Obrigada por esse momento.
    bjos
    Fla Espinelli

  27. Flavia Bernardo Says:

    Nossa…que texto!
    Cada dia mais me orgulho dessa mana que tenho. Texto perfeito!!
    Me vi aí nesse post…ainda mais agora com a chegada do Arthur cada vez mais próxima.
    Trabalho com engenharia (universo machista) numa empresa de petróleo (universo mais machista ainda) e além do mais a empresa é americana (ou seja, os “cabeças” da Companhia pensam friamente mesmo, diferente de uma empresa genuinamente brasileira, como já trabalhei antes e que há toda uma diferença!).
    Ocupo hoje um cargo que sempre foi ocupado por mulheres…e aí o desafio é maior ainda. Imagina como não foi dar a notícia da gravidez pro meu gerente imediato? Enfim….ele não tem escolha agora…teve há dois anos atrás qdo me selecionou.
    Mas já vejo a pressão desse mundo moderno que buscamos pra nós, sobre mim agora durante a gestação. Não deixei a peteca cair um momento sequer nesses 8 meses, e o que ganho em troca: mais cobranças, mais responsabilidades (como se eu não estivesse grávida ou como se eu tivesse uma gestação de 24 meses!!!) e vendo meu chefe contar nos dedos os dias que vou ficar fora pra me permitir apenas lamber a cria por míseros 5 meses!

    Aí me falam: Ah…mas isso pq vc é competente, vc vai fazer falta…ok. Mas eu trocaria toda essa cobrança, por já estar de licença agora q já estou no nono mês. De ter uma licença de 1 ano, só pra poder curtir o melhor momento do meu filho, enfim…são as cobranças do mundo moderno, que nós mesmas buscamos.

    Não digo que largaria tudo q conquistei até agora apenas pra ser mãe, assim como jamais abriria mão da maternidade pelo simples prazer em trabalhar naquilo que me formei e gosto.
    A vida da mulher é assim…jogando nas 11, dando conta de tudo (ou tentando) e sendo feliz assim!

    Falei muito né? Mas é que concordo com cada linha desse seu post. Maravilhoso como sempre, mas excepcionalemtne bom pra refletirmos. E o tema caiu como uma luva pro momento que to vievendo!

    Beijossssss
    Flavia

  28. Beta Says:

    Tô feliz e lisonjeada com cada comentário aqui. Vou responder com calma e carinho cada um deles. AMEI!!!
    Obrigada do fundo do meu coração a cada amiga real e virtual que passou por aqui.
    Bjks, Beta

  29. Patrícia Pirota Says:

    Lidi,
    Também estava morrendo de saudades de ti, mulher!
    Pois sabe que eu também nunca imaginei que essa blogosfera fosse me trazer tantas coisas boas? Já virou parte de minha vida, assim como certas pessoas virtuais, nas quais você está devidamente incluída =)

    De nadinha! Você merece todos os parabéns =)

    Bjão procê, nega!

  30. lidianevasconcelos Says:

    Oi, Ilália!
    Vou ver o selo. 🙂
    Obrigada!

  31. Lucia Says:

    Amiga,
    Só tenho a dizer que sou sua fã número 1!!!!
    Amei o post!!!
    E vê se depois da fama não esquece as amigas de antigamente 🙂

  32. Lu Strauss Says:

    Adorei! Adorei! Adorei!

    O mais interessante que só consegui entrar aqui e leer o post por que fiquei doente de molho em casa. Exatamente porque a correria não me deeixa tempo para nada.

    Tenho 25 anos, comeceei uma faculdade e larguei. Comecei outra e to no fim do 6° período de 8. Acordo às 5h, saio de casa às 6h, começo a eestudar às 7h. Corro pro trabalho onde entro às 13h, saio 19h 30min, Chego eem casa 20h e 30min e cadê espaço pra desanuviar a cabeeça. É família, noivo, trabalho de faculdade, penssar em como me destacar no estágio, planejar casamento, ser da Igreja, ensaiar… E eu que era apaixonada por blogs internet passo a não ter nem vontade de vir para o computador.

    Concordo com tudo o que minha prima Beta disse. E digo mais, toda eessa modernidade está acabndo com as mulheres e ccom a família. Fiquei tão motivada que vou escrever isso no meu blog lucianavaicasar.blogspot.com. Quem quiser confeerir Afinal, se quero tanto me casar, faz sentido refleetir sobre família, não?

    Prima, parabéns. Vou passaar esse link pra todas as minhas amigas (e po meu noivinho pra ele see ligar rsss)

    Bjs

  33. Patricia Rangel Says:

    Amei o texto e refleti muito sobre ele… Parabéns!!!!!!

    São tantas obrigações e responsabilidades…
    Nascemos mulheres, crescemos meninas… ganhamos bonecas e desenvolvemos o instito maternal, brincamos de casinha e desenvolvemos a responsabilidade do cuidar, de se doar e de gerir harmonia. O futuro chega, nos tornamos esposas e mães…
    E, quando nos damos conta… estamos tomadas de obrigações e responsabilidades. Temos que ser intuitivas, práticas, objetivas, criativas, competentes, fortes… e, não podemos deixar de ser amáveis, bondosas e simpáticas. Isso nunca! Temos que ser perfeitas, nos aprimorar todos os dias. Quem exige? Nós mesmas!
    Continuamos nos subordinando a conceitos, nos obrigamos a nos superar, a dar conta de tudo, a sermos perfeitas, a não dependermos e sermos autosuficientes… Mesmo que muitas vezes nos anulemos.
    O que ganhamos com tudo isso? O que deixamos de ganhar?
    Por muitas vezes me sinto frustada em não poder ir ao cinema, passear no shopping ou de um final de semana romântico com o maridão em detrimento as crianças, por não tenho com que deixá-los. Porém, me sinto péssima em excluí-los, pois a decisão de tê-los foi minha.

    Ser super mulher é difícil e cansativo… somos seres humanos e não robôs, precisamos aprender a dosar, a encontrar um tempo para nos dar, que seja para ler um bom livro, fazer um curso, um artesanato, encontrar as amigas… Só assim poderemos ter e dar qualidade de vida.

    Pois a vida passa, o tempo voa, as crianças crescem e se a gente não vive, só envelhece…

    Bjins,

  34. Fla Says:

    Ai ai… menina amei teu post.
    Acho que toda mulher se identifica, não adianta né?!

    Olha eu tinha escrito um outro comentário, mas minha máquina acabou de desligar…rs… afinal a praticidade da vida moderna as vezes prega na gente esse tipo de peça não é mesmo? Rs…

    Vou ali trucidar o garoto de infra rapidinho, mas antes deixo aqui meu agradecimento por um post que me fez refletir e muito.

    Beijos
    Fla

  35. Beta Says:

    Dani,
    você pode ser redundante o quanto quiser. Orgulhosa fico eu de ter uma amiga carinhosa e tão presente assim depois de tanto tempo e mesmo distantes. Isso é muito bom!!!
    E se elogiam minha fotos… fico toda boba!! hehehe
    Bjo enorme pra vc!!

    Elaine,
    adoro ser chamada de Barbie Girl, depois quero saber pq sou associada a ela… ehehehe
    De Mulher Maravilha tô longe, mas ando me virando nos 30. Algumas coisas ficam bem feitas, outras nem tanto, mas vou seguindo. E eu sou sim, apaixonada pela vida… e tento fazer na plenitude que me é possível!!!
    Obrigada por estar sempre por aqui!!
    Bjks

    Tati, que surpresa boa você por aqui!!!
    eu concordo que D. solange mandou bem… não tenho a menor dúvida e agradeço sempre por ter tido ela no meu caminho. Sério mesmo! srsrs. Pra quem não sabe foi nossa professora de Português, rígida às pampas, permite que hoje escrevamos certo e não cometamos tantas gafes ortográficas! srsrsrs.
    Eu tenho orgulho de ser mulher e tento equilibrar as coisas… vamos fazendo e tento pensar que o ótimo é inimigo do bom. Tô me doutrinando pra me exigir um pouquinho menos!
    Bjks, precisamos nos ver!

    Vê e seus comentários enriquecedores!
    Acredito que você esteja meio acima de certos conflitos que minha imaturidade ainda me permitem. Sua segurança é inspiradora, penso nisso sempre!!!
    Fico feliz de ter você por perto e aprender um bocado com você.
    Bjks

  36. Beta Says:

    Ana Carolina,
    fico feliz de ter te conhecido. Temos tantas coisas em comum e podemos trocar muita figurinha ainda.
    Obrigada pelos elogios. Tô muito feliz com a repercussão desse post e de ter podido fazer um monte de bicha fêmea pensar e rever alguns conceitos.
    Bjks

    Jane,
    também acho que poder ter escolhas hoje é bom demais, embora crie responsabilidade e consequencias pra nós. Mas na vida sempre é tempo de recomeçar e fazer diferente. Então, se escolhermos algo equivocado, sempre dá tempo de consertar, né?
    Gosto de tê-la por aqui!
    Bjks

    Flavinha Thomé,
    Tô corada com esse “na China” rsrsrs
    Você é exemplo de quem fez uma escolha e está feliz com ela. Inspiração pra muitas!!! sou sua fã!!
    Adoro saber que a internet nos aproximou!!!
    Bjks

  37. Ana Says:

    Acho que você está super certa.
    Minha mãe secava com cabelo com “bobes”, eu tenho que correr no secador.
    Ela passva bronzeador, eu uso filtro.
    Ela lanchava na casa das amigas à tarde, eu faço regime.
    Mas ainda tenho um lema:
    Sou feminina e não feminista!
    Bjs, Ana
    http://utilnecessario.blogspot.com/

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